Apoio ao pequeno empreendedor
COBRANÇA

Apoio ao pequeno empreendedor

Por Glaycon Franco Criado em: 20 de Agosto de 2026 Atualizado em: 20 de Agosto de 2026 6 min de leitura
Foto: Divulgação / Gabinete do Deputado Glaycon Franco
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Defendo programas de capacitação, acesso a crédito e simplificação para que micro e pequenos empreendedores gerem renda permanente. Meu objetivo é que cada negócio pequeno vire uma fonte durável de emprego e renda para a família que trabalha nele.

Não é ajuda: é ferramenta. Já destinei R$ 6,5 milhões em equipamentos que viram renda em 41 cidades. Mas isso não é suficiente se a pessoa não souber negociar, se o banco cobra juros que matam o negócio, se o governo coloca mais papelada do que resultado no caminho.

Eu vejo isso quando estou nas cidades. Quem abre um pequeno negócio carece de três coisas que o Estado poderia dar de verdade. A primeira é saber fazer. Cursos, consultoria, ajuda para estruturar o negócio. A segunda é dinheiro com juros que não desovem o trabalho. A terceira é menos burocracia para vender, para se registrar, para tirar licença.

O que eu proponho aqui?

Defender políticas de capacitação profissional e empreendedora para micro e pequenos empreendedores. Ampliar linhas de crédito com juros menores e prazos que combinam com o negócio. Simplificar o processo de registro, licenciamento e formalização de micro empresas. Isso não é uma coisa só, é um pacote que funciona junto.

Informação Definição
Pilar Emprego e Renda
Instrumento COBRANÇA
Situação Proposta de atuação, não entrega concluída
Quem é atendido micro e pequenos empreendedores, trabalhadores autônomos, famílias em busca de renda

Qual problema isso enfrenta?

O problema vem direto de quem trabalha por conta própria. Você tem ideia, coragem, disposição para trabalhar, mas não tem informação de como estruturar o negócio. Banco quer cobrar taxa de juro que pesa no bolso todo mês. O governo coloca papelada o tempo todo, e parece que quer dificultar em vez de facilitar.

Quem empreende sozinho não consegue negociar escala, não consegue competir com quem é grande, e acaba ganho pouco para o trabalho que faz. Isso é o que mata o empreendedorismo no interior. Não é falta de coragem. É falta de condição.

Como a proposta avança na prática?

O enquadramento é COBRANÇA + EMENDA, nessa ordem:

  • COBRANÇA significa requerimento ao Estado para que agências de desenvolvimento e institutos de economia solidária façam cursos de capacitação de verdade, não palestra de dois dias e pronto.
  • COBRANÇA também é cobrar do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) que ofereça linhas de crédito para micro empresa com taxas menores e prazo que respeita o tempo de retorno do negócio pequeno.
  • EMENDA destina recursos para estrutura de espaço de trabalho compartilhado, para ferramentas, para primeiros investimentos que o empreendedor não consegue sozinho.
  • LEI, quando for preciso simplificar de verdade os processos de formalização, reduzindo burocracia sem abrir mão de fiscalização.

Quando o recurso é federal, a palavra correta é “articulei” ou “viabilizei”. Quando é estadual, “destinei”. Essa clareza toda é porque prestação de contas só funciona quando a gente não se atribui competência que não é nossa.

O que ainda depende de terceiros?

Quase tudo aqui passa por decisão do Estado, dos bancos públicos e dos municípios. A capacitação profissional é competência de instituto de economia solidária, SEBRAE, EMATER. O crédito sai de bancos que obedecem Tesouro. A simplificação de processos depende de secretário de estado ou de prefeito. Eu não resolvo isso tudo sozinho. Meu trabalho é cobrar, articular, fiscalizar e depois dar voz a quem conseguiu resultado.

Já vi micro empreendedor tirar o dinheiro todo do bolso para comprar ferramenta, porque banco cobra taxa que o negócio não aguenta pagar. Quando é equipamento que gira renda, a gente consegue.

Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.

Como vocês vão poder acompanhar?

Vou publicar aqui:

  1. Cada emenda ou requerimento que destinar para capacitação ou crédito de micro empreendedor, com número, valor e município.
  2. Cada audiência em que cobrar banco público ou agência de desenvolvimento para ampliar linha de crédito.
  3. Cada proposta de lei que apresentar para simplificar formalização de micro negócio.
  4. Resultado verificável: quantidade de micro empreendedores que acessaram curso, que conseguiram crédito, que conseguiram abrir negócio com menos papelada.
  5. O que não deu certo, também. Porque honestidade inclui falar que nem tudo sai como planejado.

FAQ: Perguntas Frequentes

Por que foco em micro e pequeno empreendedor?

Porque é onde vive a maioria da população que me elegeu. Porque 70% dos empregos em cidades pequenas vem de negócio pequeno. E porque a política convencional não enxerga o micro empreendedor.

Ter acesso a crédito é mesmo tão difícil para micro empreendedor?

É. Taxas de juros de 12% a 24% ao ano são comuns para micro empresa. Quando você ganha R$ 2 mil por mês, uma taxa dessas consome metade do seu lucro só em pagamento de juros. Por isso defendo linhas com taxa menor e prazo mais longo.

Como você vai garantir que os cursos de capacitação funcionam?

Não garanto sozinho. Mas vou cobrar que tenham grade curricular de verdade, que o instrutor saiba ensinar, que a pessoa que fizer curso consiga aplicar no negócio dela. E vou acompanhar quantas pessoas conseguiram resultado.

Simplificar burocracia não abre risco de fraude?

Não. Simplificar significa tirar processo inútil, não tirar fiscalização. Você consegue registrar empresa e ser fiscalizado ao mesmo tempo. A gente só precisa eliminar papelada que não serve para nada, que só atrapalha.

Qual é a diferença entre sua proposta e o que outros candidatos prometem sobre economia?

A diferença é que eu não prometo milagre. Eu digo exatamente o que pode funcionar, o que depende de terceiros, e vou contar se não deu certo. Promessa vazia perde eleição. Resultado gera confiança.

Como isso se conecta com as outras propostas de emprego e renda?

Pequeno empreendedor que tem capacitação consegue participar de grandes eventos. Tem ferramenta para competir em políticas regionais de desenvolvimento. Por isso está ligado ao apoio que dou em desenvolvimento regional, em minas que gera empregos e em incentivos de bem-estar nas empresas.

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Dados Oficiais do Gabinete

Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)

Nome Civil Glycon Moreira Franco
Partido PSDB - Minas Gerais
Escritório Conselheiro Lafaiete — Horário Comercial
Base Regional Alto Paraopeba, Vale do Piranga, Campo das Vertentes e Inconfidentes
Glaycon Franco
O Autor

Glaycon Franco

Médico, produtor rural e Deputado Estadual por Minas Gerais (45123, PSDB)

Filho de Conselheiro Lafaiete, começou a vida médica no Hospital e Maternidade São José, onde implantou os serviços pioneiros de ultrassonografia e raio-x na região. De vereador a três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, tem sua atuação marcada pela defesa da saúde descentralizada, do produtor rural e da dignidade do povo mineiro. Nossa gente tem voz.