Defendo que Minas Gerais desenvolva políticas estaduais para atrair e sediar grandes eventos esportivos, musicais e culturais. Meu objetivo é gerar empregos, movimentar a economia local e colocar Minas Gerais no mapa de polos de grandes eventos do Brasil.
Quem lida com economia sabe que grande evento não é apenas festa. É oportunidade de gerar emprego imediato, de preparar infraestrutura que fica permanente, de colocar estado no mapa para turismo e investimento futuro. Uma Copa do Mundo, uma Olimpíada, um grande festival de música tira cidade de estado de invisibilidade econômica.
Já destinei R$ 280 mil em sinalização turística. Acompanhei estrutura preparada para turismo. Vejo que Minas tem potencial enorme e está deixando oportunidade passar. Conselheiro Lafaiete tem história. Tem circuito de turismo estruturado. Mas Estado não investe em evento que pudesse colocar região inteira em movimento.
O que eu proponho aqui?
Defender que o Estado Minas Gerais formule política de atração de grandes eventos, oferecendo recursos fiscais, suporte de infraestrutura e articulação com iniciativa privada para trazer para cá eventos de porte nacional e internacional.
Pode ser festival de música de três dias que traz 50 mil pessoas. Pode ser competição esportiva que coloca cidade no mapa. Pode ser encontro técnico, conferência que traz pensamento novo. Cada tipo de evento gera oportunidade diferente de emprego, de renda, de movimento econômico.
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Emprego e Renda |
| Instrumento | EMENDA + COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | cidades pequenas e médias, trabalhadores do turismo, empresas de hotelaria, alimentação e comércio |
Qual problema isso enfrenta?
O problema é que Minas fica invisível no mapa de eventos do Brasil. Enquanto São Paulo concentra eventos de grande porte, interior de Minas fica esperando. Isso significa oportunidade perdida de gerar renda de verdade, temporária mas concentrada, que movimenta economia e cria emprego.
Cidade que sedia grande evento tem oferta imediata de trabalho temporário em segurança, alimentação, hospedagem, transporte, comércio. Pessoas que trabalham naqueles dias conseguem renda que não teriam. Comerciante vende mais. Hotel se enche. Cidade fica viva.
Como a proposta avança na prática?
O enquadramento é EMENDA + COBRANÇA + LEI, de acordo com contexto:
- EMENDA destina recursos para estrutura básica de recepção de evento: sinalização, segurança, limpeza, apoio de transporte, hospedagem de verdade quando necessário.
- COBRANÇA exige que governo estadual formule política de atração de evento, oferecendo isenções fiscais para organizador de evento, para hotels que expandem capacidade, para restaurantes que investem para absorver demanda.
- LEI quando for preciso criar marco legal que autorize subsídio fiscal para evento, como lei de incentivo a grandes eventos que formalize procedimento de seleção e critério de concessão de benefício.
Quando recurso é federal, digo “articulei” ou “viabilizei”. Quando é estadual, “destinei”. Essa clareza toda porque não dá para confundir o que a gente conseguiu executar com o que só articulou.
O que ainda depende de terceiros?
Tudo passa por decisão do governo estadual, da iniciativa privada organizadora e de prefeituras. Governo precisa formular política e oferecer incentivo fiscal. Iniciativa privada precisa trazer evento ou organizar localmente. Prefeitura precisa oferecer espaço e segurança. Câmara de comércio pode articular com empresas locais.
Meu trabalho é cobrar que governo crie política, articular com organizador de evento, acompanhar que infraestrutura prepare de verdade, que resultado gere emprego de fato. Não resolvo sozinho. Sem decisão política e entrega de estrutura, não acontece.
Já vi cidade que sediou festival de música ganhar vida. Hotel se encheu por três dias. Restaurante vendeu mais. Gente que costuma fazer bico conseguiu dias de trabalho garantido. Depois do evento, economia volta, mas a gente fica mais vivo.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Vou publicar aqui:
- Cada emenda ou requerimento para infraestrutura de evento, com número, valor, município e finalidade.
- Comunicado sobre grandes eventos que Minas consegue atrair, se houver.
- Dados verificáveis: número de empregos temporários gerados, valor movimentado em turismo, volume de visitantes que vieram de fora.
- Resultado de longo prazo: infraestrutura que permaneceu, eventos que voltaram a acontecer, economia que continuou em movimento.
- O que não funcionou ou não se concretizou. Porque honestidade inclui falar de promessa que não virou evento.
FAQ: Perguntas Frequentes
Subsidiar evento não é dinheiro jogado fora?
Não. Evento gera renda temporária mas concentrada. Um festival de três dias movimenta hotel, restaurante, comércio em volume que levaria mês para conseguir com economia normal. Dinheiro que Estado investe em infraestrutura fica.
Qual é a prioridade: evento grande ou muitos eventos pequenos?
Os dois. Evento grande tira cidade do mapa. Tira nacional. Mas eventos pequenos, regulares, mantêm economia viva. A estratégia é ter calendário de eventos o ano inteiro, com alguns pontos altos de grande evento.
Como você garante que evento vai acontecer e não ficar só em promessa?
Precisa de contrato de verdade. Estado oferece benefício fiscal, mas evento tem que comprovar que vai acontecer, quando vai, quantas pessoas vai trazer. Sem comprovação, sem benefício. Isso é função de secretaria que cuida de turismo e eventos.
Não vai atrair qualquer tipo de evento ruim que espalhe influência ruim?
Por isso precisa de critério. Estado não financia qualquer evento. Financia eventos que trazem turismo de qualidade, que trazem público bom, que deixam imagem boa da cidade. Critério é função de quem formula política.
Como eventos se relacionam com emprego permanente?
Evento gera emprego temporário, mas que treina gente. Quem trabalha em evento aprende a trabalhar em ambiente de pressão, aprende serviço de qualidade. Depois consegue emprego permanente em hotel, em restaurante. É porta de entrada.
Como isso se relaciona com as outras propostas de emprego e renda?
Grande evento só funciona se infraestrutura regional está de pé. Se estrada leva visitante até lá. Se pequeno empreendedor consegue se estruturar para vender serviço durante evento. Se trabalhador tem bem-estar para aguentar dia de trabalho intenso. Por isso está ligado a todas as propostas desse pilar.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)