Câmeras em salas de aula para segurança escolar
COBRANÇA

Câmeras em salas de aula para segurança escolar

Por Glaycon Franco Criado em: 20 de Agosto de 2026 Atualizado em: 20 de Agosto de 2026 4 min de leitura
Foto: Divulgação / Gabinete do Deputado Glaycon Franco
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Minha proposta para a segurança nas escolas é defender a instalação de câmeras de segurança em salas de aula e áreas comuns das escolas estaduais, protegendo alunos, professores e demais profissionais da educação e inibindo casos de violência e bullying. O objetivo é aumentar a segurança dentro das escolas e garantir um ambiente protegido para quem aprende e quem ensina.

Quando trabalho nessa proposta, penso no que significa estar seguro. Fui médico, atendi gente em situação de risco, e conheço o custo que a violência cobra. Uma criança que enfrenta agressão não aprende. Um professor que não se sente seguro não consegue transmitir conhecimento. Esta página mostra o que essa proposta é, em que depende de terceiros e como vocês poderão acompanhar cada passo.

O que eu proponho aqui?

Defender a instalação de câmeras de segurança em salas de aula e áreas comuns das escolas estaduais. Não é vigilância excessiva, é proteção. Quando câmeras estão presentes, a tendência é que a agressão diminua. E quando acontece, fica registrada para que ninguém fique impune.

Informação Definição
Pilar Educação
Instrumento COBRANÇA
Situação Proposta de atuação, não entrega concluída
Quem é atendido estudantes, professores, demais profissionais da educação

Qual problema isso enfrenta?

A violência dentro das escolas cresce e deixa marcas. Bullying, agressões físicas, ameaças, tudo isso acontece em muitos municípios mineiros. Quando não há registro visual, vira palavra contra palavra. A criança que sofreu fica desacreditada. O professor que sofreu ameaça tem que simplesmente seguir em frente. Câmeras mudam esse jogo.

Já destinei R$ 8,36 milhões em 153 entregas para a educação e consegui aprovar a Lei 23.895, que cuida da saúde ocupacional dos professores. Mas segurança física é uma outra frente. Sem essa proteção básica, todo o resto fica frágil.

Como a proposta avança na prática?

O instrumento principal é COBRANÇA. Meu trabalho aqui é:

  • Apresentar demanda formal ao Executivo para que instale câmeras de segurança.
  • Acompanhar editais de fornecimento e instalação.
  • Fiscalizar se o investimento está chegando nas escolas.
  • Cobrar resultado: quantas escolas tiveram câmeras instaladas, quantos casos foram documentados, qual foi o impacto.

Quando o investimento é estadual, eu corro atrás dentro da Assembleia. Se envolver parceria federal, eu articulo com órgãos da União. Mas proposta não é promessa de milagre, é compromisso de ocupação.

O que ainda depende de terceiros?

Tudo começa com decisão do governo estadual. É preciso que ele oriente sua administração para que prepare editais, aloque orçamento e supervisione a instalação. Os municípios também têm papel, porque algumas escolas estaduais fazem parceria com prefeituras. E cada diretor de escola precisa gerenciar o acesso às imagens conforme a lei de proteção de dados.

Esta não é uma proposta que o deputado resolve sozinho. É uma pauta que o deputado puxa, acompanha, documenta e cobra.

Uma escola em que estudante e professor têm segurança é uma escola que funciona. Câmera não resolve tudo, mas resolve boa parte disso que não é pequeno.

Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.

Como vocês vão poder acompanhar?

Prestação de contas disso significa responder:

  1. Já houve requerimento ou cobrança formal ao Executivo?
  2. Qual órgão recebeu a demanda? Qual é o número de processo?
  3. Qual foi a resposta do governo?
  4. Quantas escolas receberam câmeras e em que municípios?
  5. Qual é o custo por unidade e qual foi o resultado da licitação?
  6. Os problemas de bullying e violência diminuíram nas escolas equipadas?
  7. Como estão sendo protegidas as imagens conforme a LGPD?

Tudo isso eu publico no meu site e partilho cidade por cidade.

Como vocês vão poder acompanhar?

O que a proposta defende?

Instalar câmeras de segurança em salas de aula e áreas comuns das escolas estaduais para proteger alunos, professores e demais profissionais da educação.

Qual é o objetivo?

Aumentar a segurança dentro das escolas e inibir casos de violência, bullying e agressões.

Já está funcionando?

É proposta de atuação. Implementação e resultados precisam ser verificados conforme avançarem as cobranças ao Executivo.

Qual instrumento faz a pauta andar?

Principalmente COBRANÇA. O Executivo estadual é quem coloca dinheiro no orçamento e ordena os procedimentos de licitação e instalação.

Quem fica protegido?

Estudantes, professores, coordenadores pedagógicos, serventes e todos os outros profissionais que trabalham dentro das escolas.

É lei ou emenda?

Por enquanto é COBRANÇA e demanda de política pública. Se precisar de mudança legal para criar obrigatoriedade, aí vira LEI.

Câmeras em todas as escolas?

Começa pelas que mais precisam, conforme priorização do Executivo. A proposta é começar e expandir.

Como isso se conecta com outras ideias para educação?

Faz parte de um conjunto: professor valorizado, escola cuidada, ambiente seguro. Tudo junto faz diferença.

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Dados Oficiais do Gabinete

Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)

Nome Civil Glycon Moreira Franco
Partido PSDB - Minas Gerais
Escritório Conselheiro Lafaiete — Horário Comercial
Base Regional Alto Paraopeba, Vale do Piranga, Campo das Vertentes e Inconfidentes
Glaycon Franco
O Autor

Glaycon Franco

Médico, produtor rural e Deputado Estadual por Minas Gerais (45123, PSDB)

Filho de Conselheiro Lafaiete, começou a vida médica no Hospital e Maternidade São José, onde implantou os serviços pioneiros de ultrassonografia e raio-x na região. De vereador a três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, tem sua atuação marcada pela defesa da saúde descentralizada, do produtor rural e da dignidade do povo mineiro. Nossa gente tem voz.