Minha proposta de câmeras nos postos de saúde e prontos-atendimentos é apoiar o videomonitoramento das unidades para garantir um ambiente de trabalho mais seguro aos profissionais e coibir agressões dentro dos serviços de saúde. O objetivo é proteger tanto quem atende quanto quem é atendido.
Eu já estive dos dois lados do balcão de um pronto-atendimento, como médico e como gestor público. Sei que a tensão de uma sala de espera cheia, de madrugada, com gente sofrendo, às vezes vira agressão. Proteger o profissional que está ali é também proteger o paciente que precisa dele inteiro no plantão seguinte.
Esta página mostra o que a proposta é, o instrumento e o que precisa ser acompanhado. Proposta não é obra pronta.
O que eu proponho aqui?
Apoiar que as unidades de saúde tenham videomonitoramento, com finalidade pública definida: inibir agressão, dar segurança a quem trabalha e a quem espera atendimento, e ajudar a apurar o que acontecer. Câmera não substitui equipe nem estrutura, mas ajuda a proteger as duas pontas.
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Saúde |
| Instrumento | COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | profissionais de saúde e pacientes das unidades públicas |
Qual problema isso enfrenta?
A necessidade é concreta: garantir um ambiente de trabalho mais seguro para os profissionais e coibir agressões dentro das unidades. Um posto inseguro perde gente boa e atende pior.
Já destinei recurso à saúde em toda a região, R$ 40,8 milhões, 68 cidades e 23 hospitais apoiados, conforme a base consolidada. Conheço a rotina dessas unidades por dentro, e é dessa convivência que a proposta vem.
Como a proposta avança na prática?
O enquadramento é COBRANÇA, com EMENDA onde couber para estrutura. O papel do mandato é cobrar do Estado e dos municípios a segurança das unidades e articular a instalação do monitoramento, sempre com finalidade pública clara e respeito à privacidade de quem é atendido.
O que ainda depende de terceiros?
A gestão das unidades e as regras de uso de imagem são do Executivo e dos municípios. Onde o recurso é federal, eu digo articulei ou viabilizei. Câmera em ambiente de saúde exige cuidado com dado pessoal, e isso tem que estar na regra desde o começo.
Segurança do profissional de saúde não é luxo, é condição para o atendimento existir. Quem agride um plantonista às três da manhã tira do ar quem ia salvar a próxima pessoa da fila.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
A prestação de contas responde: houve cobrança ou emenda formal? Qual órgão respondeu? A unidade recebeu o monitoramento? As regras de privacidade foram definidas? O compromisso é informar também o que não avançou.
FAQ: Perguntas Frequentes
O que a proposta defende?
Videomonitoramento das unidades de saúde para proteger profissionais e pacientes e coibir agressões.
Qual é o objetivo?
Garantir um ambiente de trabalho mais seguro e coibir agressões dentro das unidades.
Já está funcionando?
É proposta de atuação, não entrega concluída, e precisa ser conferida nas fontes oficiais.
Qual instrumento faz a pauta andar?
Principalmente COBRANÇA, com EMENDA onde couber. A execução depende do Estado e dos municípios.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)