Câmeras nos postos de saúde e prontos-atendimentos
PROPOSTA

Câmeras nos postos de saúde e prontos-atendimentos

Por Glaycon Franco Criado em: 20 de Agosto de 2026 Atualizado em: 20 de Agosto de 2026 3 min de leitura
Foto: Divulgação / Gabinete do Deputado Glaycon Franco
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Minha proposta de câmeras nos postos de saúde e prontos-atendimentos é apoiar o videomonitoramento das unidades para garantir um ambiente de trabalho mais seguro aos profissionais e coibir agressões dentro dos serviços de saúde. O objetivo é proteger tanto quem atende quanto quem é atendido.

Eu já estive dos dois lados do balcão de um pronto-atendimento, como médico e como gestor público. Sei que a tensão de uma sala de espera cheia, de madrugada, com gente sofrendo, às vezes vira agressão. Proteger o profissional que está ali é também proteger o paciente que precisa dele inteiro no plantão seguinte.

Esta página mostra o que a proposta é, o instrumento e o que precisa ser acompanhado. Proposta não é obra pronta.

O que eu proponho aqui?

Apoiar que as unidades de saúde tenham videomonitoramento, com finalidade pública definida: inibir agressão, dar segurança a quem trabalha e a quem espera atendimento, e ajudar a apurar o que acontecer. Câmera não substitui equipe nem estrutura, mas ajuda a proteger as duas pontas.

Informação Definição
Pilar Saúde
Instrumento COBRANÇA
Situação Proposta de atuação, não entrega concluída
Quem é atendido profissionais de saúde e pacientes das unidades públicas

Qual problema isso enfrenta?

A necessidade é concreta: garantir um ambiente de trabalho mais seguro para os profissionais e coibir agressões dentro das unidades. Um posto inseguro perde gente boa e atende pior.

Já destinei recurso à saúde em toda a região, R$ 40,8 milhões, 68 cidades e 23 hospitais apoiados, conforme a base consolidada. Conheço a rotina dessas unidades por dentro, e é dessa convivência que a proposta vem.

Como a proposta avança na prática?

O enquadramento é COBRANÇA, com EMENDA onde couber para estrutura. O papel do mandato é cobrar do Estado e dos municípios a segurança das unidades e articular a instalação do monitoramento, sempre com finalidade pública clara e respeito à privacidade de quem é atendido.

O que ainda depende de terceiros?

A gestão das unidades e as regras de uso de imagem são do Executivo e dos municípios. Onde o recurso é federal, eu digo articulei ou viabilizei. Câmera em ambiente de saúde exige cuidado com dado pessoal, e isso tem que estar na regra desde o começo.

Segurança do profissional de saúde não é luxo, é condição para o atendimento existir. Quem agride um plantonista às três da manhã tira do ar quem ia salvar a próxima pessoa da fila.

Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.

Como vocês vão poder acompanhar?

A prestação de contas responde: houve cobrança ou emenda formal? Qual órgão respondeu? A unidade recebeu o monitoramento? As regras de privacidade foram definidas? O compromisso é informar também o que não avançou.

FAQ: Perguntas Frequentes

O que a proposta defende?

Videomonitoramento das unidades de saúde para proteger profissionais e pacientes e coibir agressões.

Qual é o objetivo?

Garantir um ambiente de trabalho mais seguro e coibir agressões dentro das unidades.

Já está funcionando?

É proposta de atuação, não entrega concluída, e precisa ser conferida nas fontes oficiais.

Qual instrumento faz a pauta andar?

Principalmente COBRANÇA, com EMENDA onde couber. A execução depende do Estado e dos municípios.

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Dados Oficiais do Gabinete

Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)

Nome Civil Glycon Moreira Franco
Partido PSDB - Minas Gerais
Escritório Conselheiro Lafaiete — Horário Comercial
Base Regional Alto Paraopeba, Vale do Piranga, Campo das Vertentes e Inconfidentes
Glaycon Franco
O Autor

Glaycon Franco

Médico, produtor rural e Deputado Estadual por Minas Gerais (45123, PSDB)

Filho de Conselheiro Lafaiete, começou a vida médica no Hospital e Maternidade São José, onde implantou os serviços pioneiros de ultrassonografia e raio-x na região. De vereador a três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, tem sua atuação marcada pela defesa da saúde descentralizada, do produtor rural e da dignidade do povo mineiro. Nossa gente tem voz.