Minha proposta para a autonomia financeira das mulheres é defender programas de capacitação profissional e empreendedorismo voltados à independência econômica. O objetivo é ampliar oportunidades de renda e dar às mulheres a ferramenta que as tira de qualquer dependência.
Quem cuida dos outros também precisa ser cuidado. E proteção social que vale é aquela que respeita quem sustenta o cuidado a cada dia.
Quando eu era médico, via mulheres que só precisavam de uma oportunidade. Precisavam não de ajuda, mas de ferramenta. Um curso profissionalizante, a abertura para um pequeno negócio, acesso ao crédito com juros que cabem no bolso. Aqui nessa página eu separo o que a gente já fez para apoiar mulheres em 54 cidades, do que ainda é compromisso.
O que eu proponho aqui?
Defender programas de capacitação profissional e empreendedorismo que ampliem a renda e a independência financeira das mulheres. Não é caridade, é ferramenta. A mulher que trabalha, que tem renda, que tem autonomia, é mulher que sai de qualquer situação ruim por conta própria.
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Mulheres e Família |
| Instrumento | COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | Mulheres, famílias, entidades sociais que trabalham com desenvolvimento econômico |
Qual problema isso enfrenta?
O problema é simples: mulher que não tem renda fica presa a situação ruim. Presa a relacionamento que não funciona, presa a violência, presa sem opção. A autonomia financeira não é luxo, é dignidade. É possibilidade. É saída.
Já apoiei 231 entidades sociais em 54 cidades de Minas Gerais. Muitas delas trabalham com capacitação e empreendedorismo feminino. Vejo de perto o resultado: mulher que entra no curso sem esperança, sai do outro lado com renda, com projeto próprio, com cabeça erguida. Isso funciona. E funciona porque é a mulher mesma que constrói o caminho.
Como a proposta avança na prática?
O enquadramento é principalmente COBRANÇA, que significa:
- Cobrar de órgãos estaduais e municipais programas de capacitação profissional com foco em mulheres
- Articular parcerias entre gabinete, prefeituras e entidades que já fazem esse trabalho
- Acompanhar via requerimento, audiência pública e documentação
- Destinar recursos (EMENDA) quando a legislação permitir, para amplificar programas que funcionam
Não é obra só minha. É trabalho que passa por prefeitura, Estado e outras instituições. Meu papel é cobrar, articular, liberar recurso quando couber e prestar contas de cada passo.
O que ainda depende de terceiros?
Muita coisa. A capacitação acontece em escolas técnicas, sindicatos, associações e entidades. O acesso a crédito passa por bancos públicos e privados. Programa de empreendedorismo feminino pode vir de secretaria de assistência ou de trabalho. Tudo isso depende de decisão e execução que não é só minha.
O que eu garantir é: vou cobrar, vou publicar onde cobrei, vou contar quantas mulheres entraram, quantas saíram capacitadas, qual renda elas conseguiram. Honestidade nessa conta é tudo.
Mulher que tem ferramenta, tem dignidade. Eu apoiei 231 entidades sociais, muitas com trabalho em capacitação feminina. Agora é cobrar e amplificar isso que já funciona.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Cada cobrança vai ter documento: requerimento, data, órgão que recebeu. Cada resultado vai ter número: quantas mulheres, qual programa, qual região. E vou contar também o que não deu certo, porque prestação de contas honesta inclui o que não avançou.
Experiência só vale quando encurta caminho para os outros. É assim que eu quero tratar essa pauta.
FAQ: Perguntas frequentes
O que você propõe exatamente?
Defender programas de capacitação profissional e empreendedorismo para ampliar a independência financeira das mulheres. Capacitação de verdade, que leve a renda.
Por que isso é importante?
Porque mulher com renda própria tem autonomia. E autonomia é saída de qualquer situação ruim. É dignidade.
Já há trabalho nessa área?
Sim. Apoiei 231 entidades sociais em 54 cidades. Muitas trabalham com capacitação feminina. Agora é amplificar o que funciona.
Como isso se conecta a outras pautas sobre mulheres?
Está junto com proteção contra violência, moradia digna e políticas para mães de crianças neurodivergentes. Tudo junto protege a mulher de verdade.
Qual é o instrumento que você vai usar?
Principalmente COBRANÇA (requerimentos, audiências, acompanhamento). Quando couber, também EMENDA para amplificar recursos.
Quando vai acontecer?
É processo contínuo. Começa agora e segue durante todo mandato. Cada avanço vai ter data e vai estar públicado.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)