Minas Gerais no padrão internacional de turismo
PROPOSTA

Minas Gerais no padrão internacional de turismo

Por Glaycon Franco Criado em: 20 de Agosto de 2026 Atualizado em: 20 de Agosto de 2026 5 min de leitura
Foto: Divulgação / Gabinete do Deputado Glaycon Franco
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Minha proposta para o turismo em Minas Gerais é defender apoio técnico e financeiro do Estado às secretarias municipais de turismo, ajudando-as a funcionar conforme padrões internacionais de qualidade no atendimento, sinalização, acessibilidade e divulgação de seus atrativos. O objetivo é atrair turistas do mundo inteiro para Minas Gerais, fortalecendo a economia local dos municípios com vocação turística.

Turismo bem organizado valoriza aquilo que torna cada cidade única e gera oportunidade sem apagar a identidade do lugar. Quando o turista chega e é bem recebido, ele quer voltar. Quando deixa um real na cidade, o dinheiro circula no comércio, na pousada, no restaurante, no artesanato. É assim que a proposta vira renda para quem trabalha.

Esta página conta o que essa proposta é de verdade, o que ela ainda não é e como vocês podem cobrar cada passo. Proposta não é obra pronta. Cada avanço eu quero mostrar com documento, data e resultado.

O que eu proponho aqui?

Defender que as prefeituras tenham apoio técnico e financeiro do Estado para suas secretarias de turismo funcionarem conforme padrões internacionais. Estou falando de qualidade no atendimento ao visitante, sinalização clara e durável, acessibilidade para pessoas com deficiência, e divulgação profissional dos atrativos locais.

O centro da proposta é um só: municípios turísticos fortes trazem visitante de fora e geram renda de verdade. Eu não coloco aqui valor, prazo ou cidade que não esteja comprovado. O que é compromisso, eu chamo de compromisso.

Informação Definição
Pilar Turismo
Instrumento COBRANÇA
Situação Proposta de atuação, não entrega concluída
Quem é atendido municípios turísticos, empreendedores, trabalhadores, visitantes e comunidades que preservam atrativos locais

Qual problema isso enfrenta?

O problema é que muitos municípios mineiros têm atrativos que atraem, mas falta estrutura para receber bem. A sinalização está quebrada ou desbotada. O acesso para quem anda de cadeira de rodas é difícil. A divulgação não alcança o mercado internacional. O visitante vem, fica confuso, e não volta.

Quando o municipio fraco nessa estrutura perde oportunidade de renda, e quem trabalha com turismo carrega o prejuízo. A minha cobrança é por estrutura e apoio do Estado naquilo que o município pequeno não consegue fazer sozinho.

Como a proposta avança na prática?

O enquadramento é COBRANÇA, e eu explico o papel de cada instrumento:

  • COBRANÇA: requerimento, audiência com secretarias de turismo estaduais e municipais, acompanhamento de projetos em andamento.
  • EMENDA: quando for possível destinar recurso direto para implementação de sinalização, acessibilidade ou capacitação de profissionais.
  • LEI: quando for preciso criar uma norma que sustente políticas de turismo responsável e inclusivo.

Uma pauta como essa quase nunca depende só do parlamentar. Meu trabalho é articular entre Estado, municípios e iniciativa privada, cobrar execução, e depois prestar contas do que avançou.

O que ainda depende de terceiros?

Muita coisa passa por decisão do Estado, dos municípios e pela vontade política de cada gestor. O recurso estadual precisa estar disponível no orçamento. O município precisa estar aberto para receber apoio técnico. Os operadores de turismo precisam estar dispostos a profissionalizar.

Eu já destinei R$ 280 mil em sinalização turística conforme meus registros. Isso mostra que conheço o caminho, não que o problema está resolvido. Cada passo que avançar, eu quero mostrar com documento.

Turismo bem estruturado não é luxo, é trabalho. Quando colocamos ordem na sinalização e na acessibilidade, a gente abre porta para o visitante e para a renda de quem trabalha na cidade.

Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.

Como vocês vão poder acompanhar?

A prestação de contas dessa proposta responde: houve requerimento ou cobrança formal? Qual secretaria estadual recebeu a demanda? Existe número de processo ou proposição pública? Qual etapa foi concluída? O que ainda depende de decisão de fora? Houve recurso destinado e efetivamente pago? Qual resultado dá para verificar?

Experiência só vale quando encurta caminho para os outros. É assim que eu pretendo tratar cada avanço nessa pauta.

FAQ: Perguntas frequentes

O que a proposta defende?

Apoio técnico e financeiro do Estado às secretarias municipais de turismo para que funcionem conforme padrões internacionais de qualidade.

Qual é o objetivo?

Atrair turistas do mundo inteiro, fortalecer a economia local dos municípios e gerar renda para quem trabalha com turismo.

Quem se beneficia?

Principalmente municípios turísticos, empreendedores locais, trabalhadores, visitantes e comunidades que preservam os atrativos.

Qual instrumento faz a pauta andar?

Principalmente COBRANÇA. A execução depende do Estado, dos municípios e da iniciativa privada trabalhando juntos.

Turismo já recebeu algum aporte?

Sim, já destinei R$ 280 mil em sinalização turística conforme registros consolidados. Isso mostra experiência, não que o problema acabou.

Como saber o que avançou?

Eu vou publicar cada requerimento, cada resposta, cada repasse e qual o resultado verificável. Prometo informar também o que não andou.

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Dados Oficiais do Gabinete

Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)

Nome Civil Glycon Moreira Franco
Partido PSDB - Minas Gerais
Escritório Conselheiro Lafaiete — Horário Comercial
Base Regional Alto Paraopeba, Vale do Piranga, Campo das Vertentes e Inconfidentes
Glaycon Franco
O Autor

Glaycon Franco

Médico, produtor rural e Deputado Estadual por Minas Gerais (45123, PSDB)

Filho de Conselheiro Lafaiete, começou a vida médica no Hospital e Maternidade São José, onde implantou os serviços pioneiros de ultrassonografia e raio-x na região. De vereador a três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, tem sua atuação marcada pela defesa da saúde descentralizada, do produtor rural e da dignidade do povo mineiro. Nossa gente tem voz.