Minha proposta é criar políticas públicas estaduais de apoio às mães de crianças neurodivergentes e com doenças atípicas. O objetivo é garantir acesso facilitado a diagnóstico, terapias especializadas, capacitação profissional e suporte na rotina de cuidado, dando dignidade a essas mães que dedicam seus dias inteiros ao cuidado.
Quem cuida dos outros também precisa ser cuidado. E proteção social que vale é a que respeita a vida inteira daquela mãe que sustenta o cuidado a cada dia.
Sou médico. Tenho experiência em diagnóstico. Vejo mãe de criança autista, mãe de criança com TDAH, mãe de criança com síndrome rara, lutando sozinha para encontrar profissional que avalie, que terapia que sua criança precisa, como conciliar trabalho com rotina de acompanhamentos. Essas mulheres estão sacrificadas. E o Estado tem que estar junto. Aqui nessa página eu conto o que a gente já faz e o que ainda é compromisso.
O que eu proponho aqui?
Defender que as mães de crianças neurodivergentes tenham acesso a:
- Diagnóstico facilitado na rede pública
- Terapias especializadas (fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional)
- Capacitação profissional para que ela consiga trabalhar e sustentar a família
- Suporte na rotina de cuidado, sem ficar sacrificada
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Mulheres e Família |
| Instrumento | COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | Mães, crianças neurodivergentes e com doenças atípicas, famílias inteiras |
Qual problema isso enfrenta?
A mãe de criança neurodivergente carrega desafio enorme. Primeiro, conseguir diagnóstico. Fila de anos em posto de saúde, particular cara que a família não pode pagar. Depois, encontrar terapia. Se encontra, tira do orçamento a comida. E isso tudo enquanto a mulher precisa trabalhar, precisa ser mãe, precisa se cuidar. É sacrifício sobre sacrifício.
A criança tem direito ao atendimento. A mãe também tem. E merece.
Como a proposta avança na prática?
O enquadramento é principalmente COBRANÇA, que significa:
- Cobrar de secretarias estaduais de saúde agilidade no diagnóstico de transtornos do neurodesenvolvimento
- Exigir que centros de atendimento da rede pública façam terapia especializada
- Articular entre gabinete, município e Estado para que mãe tenha orientação de verdade
- Acompanhar via requerimento, audiência, visitação nos municípios
Saúde pública é responsabilidade de Estado e municípios. Assistência social também. Meu papel é cobrar que o serviço aconteça e documentar cada passo.
O que ainda depende de terceiros?
Tudo passa por decisão de governo estadual e municipal. A rede pública de saúde depende de gestão, de profissional, de recurso. Meu trabalho é cobrar que funcione e mostrar onde anda.
Vou publicar quantas crianças entraram em diagnóstico, qual foi o resultado, qual mãe conseguiu capacitação profissional. E vou mostrar também onde o atendimento está ruim, qual município não tem fila saindo, onde falta profissional.
Mãe de criança neurodivergente merece dignidade. Merece diagnóstico, merece terapia, merece trabalho. Merece Estado que funciona para ela. Vou cobrar isso.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Cada cobrança vai ter número: qual município, qual secretaria, qual resultado. Requerimentos, atas de audiência, respostas de governo. E vou contar também onde a fila ainda é grande, onde ainda falta profissional, onde o atendimento é inadequado.
Experiência só vale quando encurta caminho para os outros. É assim que eu quero tratar essa pauta.
FAQ: Perguntas frequentes
O que você propõe para mães de crianças neurodivergentes?
Diagnóstico facilitado, acesso a terapias especializadas, capacitação profissional, suporte na rotina de cuidado.
Por que é responsabilidade de um deputado?
Porque educação e saúde dependem de recursos estaduais. Porque eu consigo cobrar governo, fazer requerimento, articular. É minha responsabilidade.
Qual é a diferença entre autismo, TDAH e outras neurodivergências?
São condições diferentes no neurodesenvolvimento. Todas exigem atendimento especializado. E mãe de qualquer uma delas merece suporte.
Esse atendimento existe?
Existe em alguns lugares. Mas é desigual. A gente precisa cobrar para funcionar em todo Estado.
Como isso se conecta a outras pautas de mulheres?
Está junto com proteção contra violência, capacitação profissional, moradia. Tudo junto ampara a mulher.
Quando começa?
Agora. Continua enquanto eu tiver mandato. Com resultado público.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)