Estimular a integração entre Estado, municípios e forças de segurança para prevenção e combate à criminalidade. A segurança não funciona quando fica isolada. Funciona quando Estado e município conversam, quando polícia civil e militar se falam, quando guarda municipal integra com o sistema estadual.
Morei praticamente a vida toda em Conselheiro Lafaiete, uma cidade pequena. Lá a gente vê bem como funciona: quando prefeito conversa com delegado, quando polícia conversa com guarda municipal, quando há reunião regular de segurança envolvendo todos, crime diminui. Quando cada um trabalha no seu canto, crime cresce. Segurança pública exige presença, estrutura, integração e responsabilidade. Integração é a palavra-chave aqui.
O que eu proponho aqui?
Criar mecanismo de integração permanente que inclua:
- Conselhos municipais de segurança com participação de Estado, município e sociedade civil
- Compartilhamento de informações entre polícia civil, militar e guarda municipal
- Planejamento conjundo de operações
- Investimento em guarda municipal como força auxiliar
- Capacitação integrada de pessoal
O que eu proponho aqui?
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Segurança Pública |
| Instrumento | COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | Municípios, população, forças de segurança |
Qual problema isso enfrenta?
Hoje há silos. Polícia civil trabalha aqui, polícia militar trabalha lá, guarda municipal isolada. Informação não flui. Operação não se coordena. Resultado: criminalidade avança em espaços onde ninguém está olhando.
Como a proposta avança na prática?
Vou cobrar junto ao Estado de Segurança Pública:
- Estabelecimento de conselhos municipais de segurança integrados
- Encontros regulares (mensais ou bimestrais) com participação de todas as forças
- Protocolos de compartilhamento de informação
- Planejamento conjunto de operações
Vou acompanhar e cobrar execução.
O que ainda depende de terceiros?
Decisão do Executivo de priorizar integração. Definição de protocolos. Investimento em sistemas que permitam compartilhamento seguro de dados. Tudo competência do Estado. Meu papel é cobrar.
Segurança pública não é jogo de solo. É orquestra. Todos fazem melhor quando tocam juntos.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Vou publicar:
- Requerimentos ao Executivo
- Conselhos de segurança criados em cada município
- Frequência de reuniões
- Operações coordenadas realizadas
- Resultado dessas operações (redução de crime)
- Feedback de policiais e prefeitos sobre funcionamento
FAQ: Perguntas Frequentes
Como vocês garantem que informação será realmente compartilhada?
Com protocolo escrito, com treinamento de pessoal, com fiscalização periódica. E com lei, quando necessário.
Isso vai criar mais burocracia?
Pode criar, se não for bem desenhado. Mas a intenção é exatamente o oposto: criar fluxo. Reunião mensal não é burocracia se gera resultado.
Guarda municipal tem capacitação suficiente?
A maioria não. Daí a necessidade de capacitação integrada. Estado precisa investir nisso.
Isso funciona em outras cidades?
Sim. Cidades que têm segurança integrada forte têm criminalidade menor. Está comprovado.
Quanto tempo leva para implementar?
Reuniões e protocolos podem começar em meses. Mudança de cultura e resultados consistentes, um a dois anos.
O que é prioritário integrar primeiro?
Compartilhamento de informação. Depois, planejamento operacional. Depois, capacitação conjunta.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)