Olho Vivo: reconhecimento facial a serviço da segurança
PROPOSTA

Olho Vivo: reconhecimento facial a serviço da segurança

Por Glaycon Franco Criado em: 20 de Agosto de 2026 Atualizado em: 20 de Agosto de 2026 4 min de leitura
Foto: Divulgação / Gabinete do Deputado Glaycon Franco
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Defendo a intensificação do uso do Olho Vivo e de outras tecnologias de reconhecimento facial em espaços públicos, voltadas à segurança pública e à localização de pessoas desaparecidas. Tecnologia bem usada salva vidas.

A medicina nos ensina a importância de usar cada ferramenta correta no seu lugar. Quando você tem um diagnóstico preciso, consegue tratar certo. Com segurança pública é parecido: quando você tem informação rápida e precisa, consegue agir rápido. Conheço famílias aqui em Minas que procuraram filho desaparecido sem sucesso, e depois a polícia conseguiu localizá-lo por câmera ou reconhecimento. Toda hora que a tecnologia funciona bem é uma vida recuperada, um crime impedido, uma pessoa encontrada. Segurança pública exige presença, estrutura, integração e responsabilidade. Tecnologia bem implementada é responsabilidade.

O que eu proponho aqui?

Expandir o sistema Olho Vivo e integrar outras tecnologias de reconhecimento facial em:

  • Vias públicas de alto movimento
  • Terminais de ônibus
  • Estações de metrô
  • Eventos públicos
  • Locais de risco segundo dados de criminalidade

O que eu proponho aqui?

Informação Definição
Pilar Segurança Pública
Instrumento COBRANÇA
Situação Proposta de atuação, não entrega concluída
Quem é atendido População, pessoas desaparecidas, forças de segurança

Qual problema isso enfrenta?

Crimes happening in places não monitorados. Pessoas desaparecidas que, com tecnologia, poderiam ser localizadas rapidamente. Investigações que demoram porque faltam registros visuais. Cada dia que passa, a chance de encontrar alguém vivo diminui.

Como a proposta avança na prática?

Vou cobrar junto ao Estado de Segurança Pública:

  • Ampliação do Olho Vivo para mais cidades
  • Integração de diferentes sistemas de câmeras
  • Treinamento de pessoal para usar a tecnologia
  • Compartilhamento de imagens entre delegacias e polícia

Vou acompanhar o cronograma e os resultados.

O que ainda depende de terceiros?

Investimento em câmeras, em infraestrutura de rede, em pessoal treinado. Tudo isso é competência e responsabilidade do Executivo estadual. Meu papel é cobrar execução.

Quando conseguimos localizar uma pessoa desaparecida por reconhecimento facial, sabemos que a tecnologia está funcionando a favor da vida. Precisa acontecer mais vezes.

Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.

Como vocês vão poder acompanhar?

Vou publicar:

  • Requerimentos ao Executivo para expansão
  • Número de câmeras instaladas antes e depois
  • Cidades cobertas pelo Olho Vivo
  • Pessoas localizadas pelo sistema
  • Crimes evitados ou solucionados com apoio de reconhecimento facial

FAQ: Perguntas Frequentes

Vocês não têm medo de vigilância em excesso?

Sim, é preciso haver cuidado com privacidade. Por isso a tecnologia deve ser usada conforme lei, com transparência e controle. Câmeras em espaço público, para segurança, com regulação clara, é diferente de vigilância irregular.

Quanto custa implementar mais câmeras em todo o Estado?

Custa, sim. Mas a pergunta correta é: quanto custa um crime que poderia ter sido evitado? Quanto custa uma vida perdida que poderia ter sido encontrada?

O Olho Vivo já existe. Por que ampliar?

Porque está concentrado em poucas regiões. Muitas cidades de Minas não têm. Precisamos levar para o interior.

Como vocês garantem que a tecnologia não será usada de forma discriminatória?

Com legislação clara, transparência e controle. Lei deve definir usos permitidos, proibições e conselhos de fiscalização. Não é questão de tecnologia, é questão de guardrails legais.

Isso vai resolver todos os crimes?

Não. Nenhuma ferramenta resolve tudo. Mas é uma peça importante no quebra-cabeça da segurança pública.

Em quanto tempo isso pode estar implementado?

Câmeras podem ser instaladas em meses se houver orçamento. Integração de sistemas, alguns meses. Resultados consistentes, um a dois anos.

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Dados Oficiais do Gabinete

Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)

Nome Civil Glycon Moreira Franco
Partido PSDB - Minas Gerais
Escritório Conselheiro Lafaiete — Horário Comercial
Base Regional Alto Paraopeba, Vale do Piranga, Campo das Vertentes e Inconfidentes
Glaycon Franco
O Autor

Glaycon Franco

Médico, produtor rural e Deputado Estadual por Minas Gerais (45123, PSDB)

Filho de Conselheiro Lafaiete, começou a vida médica no Hospital e Maternidade São José, onde implantou os serviços pioneiros de ultrassonografia e raio-x na região. De vereador a três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, tem sua atuação marcada pela defesa da saúde descentralizada, do produtor rural e da dignidade do povo mineiro. Nossa gente tem voz.