Minha proposta para qualificação profissional é defender a ampliação de cursos gratuitos de capacitação profissional e qualificação técnica, em parceria com instituições de ensino, SENAI, SENAC e municípios, voltados a jovens e adultos que buscam entrar ou se recolocar no mercado de trabalho. O objetivo é ampliar oportunidades de emprego e renda por meio da qualificação profissional gratuita e acessível.
Qualificação profissional não é um favor, é ferramenta. Eu aprendi isso trabalhando: quem tem uma habilidade técnica sai da dependência. Quando visitava os municípios mineiros durante meus mandatos na Assembleia, via sempre a mesma história, dois cursos ruins que não levam a lugar nenhum. Esta proposta é diferente. É aumentar oferta e qualidade.
O que eu proponho aqui?
Defender a ampliação de cursos gratuitos de capacitação profissional e qualificação técnica. Não é discurso, é investimento. Parcerias com SENAI e SENAC que funcionam, que têm plano pedagógico, que depois conseguem colocar o aluno no mercado de trabalho. Instituições de ensino que entendem a realidade local. Municípios que conseguem acompanhar evasão e resultado.
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Educação |
| Instrumento | LEI + COBRANÇA + EMENDA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | jovens e adultos em busca de qualificação profissional |
Qual problema isso enfrenta?
O problema é velho: gente sem acesso a formação técnica fica presa. Sai da escola, procura emprego, não tem habilidade nenhuma além do que aprendeu em sala de aula, e muitas vezes nem isso é suficiente. A economia mudou. Precisa de quem sabe trabalhar com tecnologia, com máquina, com sistema. Cursos gratuitos e de verdade resolvem boa parte disso.
Já destinei R$ 8,36 milhões em 153 entregas para a educação. Vejo qual é o alcance. Cursos isolados que não preparam pra mercado de trabalho não funcionam. Tem que ser formação que abra porta.
Como a proposta avança na prática?
O instrumento é LEI + COBRANÇA + EMANDA:
- LEI: criar norma que obriga o Estado a ofertar cursos gratuitos em parceria com SENAI e SENAC.
- EMENDA: destinar recurso do orçamento estadual para pagar os cursos.
- COBRANÇA: acompanhar quantos cursos estão sendo oferecidos, quais áreas, quantos alunos, qual é a taxa de colocação no mercado.
Lei define o compromisso. Emenda coloca dinheiro. Cobrança garante que saiu do papel.
O que ainda depende de terceiros?
Tudo começa com o Executivo estadual. Ele precisa assinar acordo com SENAI e SENAC, destinar orçamento, supervisionar. Os municípios precisam fazer a divulgação e facilitar o acesso. As instituições de ensino precisam manter qualidade e pedagogia. O aluno precisa ter disciplina para frequentar.
Proposta não é mágica. Cada ator tem seu papel. O meu é garantir que o compromisso sai do papel e que eu fiscalizo.
Qualificação profissional é ferramenta. Gente qualificada sai da dependência e tira a própria família da dependência junto. É por isso que não largamos essa pauta.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Prestação de contas significa:
- Apresentei projeto de lei ou emenda para ampliar cursos?
- Qual é o número da proposição?
- Quantos cursos estão sendo ofertados hoje?
- Quantos vão ser ofertados após a lei ou emenda?
- Quais áreas? Onde? Quando?
- Quantos alunos entraram e quantos terminaram?
- Quantos foram colocados no mercado de trabalho?
- Qual é o custo médio por aluno e qual a taxa de sucesso?
Tudo isso precisa estar público e rastreável.
Perguntas Frequentes
O que a proposta defende?
Ampliar cursos gratuitos de capacitação profissional e qualificação técnica em parceria com SENAI, SENAC e instituições de ensino.
Qual é o objetivo?
Ampliar oportunidades de emprego e renda para jovens e adultos que buscam entrar ou se recolocar no mercado de trabalho.
Já está funcionando?
Há cursos, mas a proposta é ampliar a oferta e garantir qualidade mediante lei e orçamento destinado.
Qual instrumento faz a pauta andar?
LEI para criar obrigatoriedade, EMENDA para botar dinheiro e COBRANÇA para acompanhar resultado.
Quem pode fazer os cursos?
Jovens e adultos, em princípio sem limite de idade. O foco é em quem precisa entrar ou voltar ao mercado de trabalho.
Em que áreas?
Tecnologia, comércio, indústria, serviços, agropecuária. Depende do que o mercado local demanda.
Como os municípios pequenos vão participar?
Através de parceria com instituições itinerantes ou oferecimento em centros regionais de fácil acesso.
Há garantia de emprego após o curso?
A proposta não garante emprego, mas qualificação aumenta chance e empregabilidade. Acompanhamos taxa de colocação como indicador.
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Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)