Minha proposta para ensino profissionalizante é buscar a expansão de cursos técnicos e profissionalizantes dentro das escolas públicas, em parceria com instituições de ensino e municípios. O objetivo é aproximar a escola do mercado de trabalho para que o jovem saia da escola não só com conhecimento geral, mas com ferramenta para trabalhar.
Conheço a realidade das cidades mineiras. Vi pai e mãe procurando bolsa, cursinho, qualquer coisa que colocasse o filho para frente. Mas a escola deveria fazer parte dessa ponte. Jovem que termina o ensino médio tendo aprendido uma profissão sai com chance real de trabalho. Essa é a ideia aqui.
O que eu proponho aqui?
Buscar a expansão de cursos técnicos e profissionalizantes dentro do currículo das escolas públicas estaduais. Não como atividade extra, mas como oferta integrada. Mecânica, eletrônica, agropecuária, informática, comércio, serviços. O que cada região precisa. Parcerias com instituições que sabem fazer isso, com municípios que conseguem acompanhar.
| Informação | Definição |
|---|---|
| Pilar | Educação |
| Instrumento | LEI + COBRANÇA |
| Situação | Proposta de atuação, não entrega concluída |
| Quem é atendido | jovens do ensino médio da rede pública estadual |
Qual problema isso enfrenta?
O problema é a desconexão. Aluno passa todo o ensino médio aprendendo história, matemática, português. Sai formado mas sem saber nada que funcione no mercado de trabalho. Enquanto isso, empresas local procuram eletricista, mecânico, operador de sistema. Há oferta de trabalho, mas falta pessoa qualificada. Ensino profissionalizante dentro da escola resolve os dois lados.
Já destinei R$ 8,36 milhões em 153 entregas para educação. Mas essa pauta é mais estrutural. É mudar a forma como a escola pensa o futuro do aluno.
Como a proposta avança na prática?
O instrumento é LEI + COBRANÇA:
- LEI: criar norma que permita e incentive as escolas a oferecer cursos técnicos integrados ao ensino médio.
- COBRANÇA: acompanhar quantas escolas estão ofertando, qual é a procura, qual é a taxa de ingresso no mercado de trabalho dos alunos.
Lei muda o marco regulatório. Cobrança garante que a lei vira realidade na sala de aula.
O que ainda depende de terceiros?
O Executivo estadual precisa revisar currículos e diretrizes. Precisa fazer parcerias com instituições de ensino técnico. Precisa capacitar os professores. Os municípios precisam contribuir com infraestrutura quando possível. As empresas locais precisam reconhecer e valorizar o cursado da escola.
Não é trabalho só do deputado. Mas é trabalho que o deputado puxa, coloca na pauta e não larga.
Ensino profissionalizante dentro da escola é investimento no futuro. Jovem que sai da escola sabendo trabalhar em algo sai da pobreza junto.
Glaycon Franco. Nossa gente tem voz.
Como vocês vão poder acompanhar?
Prestação de contas é responder:
- Apresentei projeto de lei para isso?
- Qual é o número da proposição?
- Quantas escolas estaduais ofertam cursos técnicos hoje?
- Qual é a meta para o próximo ano?
- Quais cursos estão disponíveis em cada região?
- Quantos alunos se matricularam e quantos terminaram?
- Qual é a taxa de empregabilidade dos egressos?
- Como está a satisfação das empresas com o nível dos profissionais formados?
Tudo isso sai do papel e fica público.
Perguntas Frequentes
O que a proposta defende?
Expandir cursos técnicos e profissionalizantes dentro das escolas públicas estaduais, integrados ao ensino médio.
Qual é o objetivo?
Aproximar a educação do mercado de trabalho para que o jovem saia da escola com qualificação profissional e chance real de emprego.
Já está funcionando?
Há iniciativas pontuais, mas a proposta é criar norma que incentive expansão em todas as regiões.
Qual instrumento faz a pauta andar?
LEI para criar o marco regulatório e COBRANÇA para acompanhar implementação.
Qual é a diferença entre isso e cursos gratuitos de capacitação profissional?
Cursos gratuitos são para quem saiu da escola. Ensino profissionalizante é para quem ainda está na escola, integrado ao currículo.
Os alunos saem com certificado?
Sim, saem com diploma de conclusão de ensino médio mais certificação técnica do curso.
Quantas escolas teriam cursos técnicos?
Começa pelas maiores e que têm demanda local identificada. Depois expande para as menores.
Há limite de idade para participar?
É para alunos do ensino médio, então entre 15 e 18 anos, em princípio.
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Dados Oficiais do Gabinete
Deputado Estadual — Minas Gerais (45123, PSDB)